Conhecendo o PPDT
O Projeto Professor Diretor de Turma teve sua origem, no Brasil, por ocasião do XVIII Encontro da ANPAE-Seção do Ceará, no ano de 2007, quando foi apresentada a experiência das escolas públicas portuguesas. Baseados nessa apresentação, gestores educacionais dos municípios de Eusébio, Madalena e Canindé iniciaram um projeto em três escolas.
No início de 2008, através da ANPAE-Seção Ceará (Associação Nacional de Política e Administração da Educação), o projeto foi apresentado à Secretaria da Educação do Estado. Convencida da importância deste, a SEDUC inicia sua implantação no 2º semestre de 2008, através de uma experiência piloto, nas 25 escolas estaduais de educação profissional que possuem uma jornada escolar de tempo integral. Em 2009, continua somente nas escolas profissionais que se ampliam neste ano para 51 unidades.
Considerando o acúmulo de conhecimento e a vivência oportunizada pela experiência piloto, em janeiro de 2010, a SEDUC promove a expansão do projeto para as escolas regulares. Nesta perspectiva, por processo de adesão, é garantida a oportunidade de implantação em todas as escolas de ensino regular da rede estadual, nas turmas de 1º ano do Ensino Médio e no 9º ano do Ensino Fundamental nas escolas que não possuem Ensino Médio.
No 1º semestre de 2010, das 527 escolas de ensino regular do estado, 444 aderiram ao projeto. Somando-se estas às 59 escolas estaduais de educação profissional de 2010, tem-se um total de 503 escolas que contam com o Projeto Professor de Turma. Em 2011 houve a ampliação do Projeto para as demais turmas do Ensino Médio, totalizando, 530 escolas, 4.821 turmas e 4.241 professores diretores de turma.
Ressalte-se que, para a implantação do projeto na rede estadual de ensino, tem sido de grande importância a colaboração da ANPAE-Seção Ceará e, através desta, da profª Haidé Eunice Gonçalves Ferreira Leite, uma portuguesa com larga experiência e conhecimento do projeto que atua como Consultora do Projeto Professor Diretor de Turma na Secretaria da Educação.
INSTRUMENTAIS DOSSIÊ 2012
SLIDE: Dossiê do diretor de turma – dist. dos instrumentais 2012
Ata-da-Eleição-de-Lider-e-Vice-Lider-de-Turma1
Ata-da-Eleição-de-Representante-de-Pais
Ata-de-Reunião-Bimestral-Conselho-de-Turma
PPDT CREDE 03 – Caracterização
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COORDENADORA REGIONAL PPDT MARIA SOCORRO BRANDÃO EVERTON

sbrandaohelp@hotmail.com
socorrobrandao@crede03.seduc.ce.gov.br
socorroppdt@gmail.com
ppdiretordeturma.fmatitude.com.br
(88) 9972-5773 (88) 3661-1498
Aniversário: 29 de agosto
3ª CREDE – ACARAÚ
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COORDENADOR |
Daniel Carlos |
(88)99688901 |
danielcosta@crede03.seduc.ce.gov.br |
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SUPERVISORA |
Áurea Rita Silveira |
(88)96626777 |
aurears@crede03.seduc.ce.gov.br |
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SUPERINTENDENTES |
Marta Maria Leitão |
(88)96562423 |
martaleitao@crede03.seduc.ce.gov.br |
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Erlane Muniz A. Martins |
(88)96685599 |
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Maria do Socorro G. Costa |
(88)92085612 |
socorrocosta@crede03.seduc.ce.gov.br |
Formações PPDT
FORMAÇÃO DOS PROFESSORE DIRETORES DE TURMA E COORDENADORES ESCOLARES EM 2011
Em 2011 a experiência do Projeto Professor Diretor de Turma foi vivenciada por 100% das escolas regulares e profissionais. Apesar de contar com professores que já haviam vivenciado o PPDT em 2010, muitos instrumentais e ações do projeto ainda não estavam consolidados e também houve a adesão de cinco novas escolas, cujos coordenadores precisavam se inteirar da dinãmica e filosofia do projeto. Além disso, mesmo nas escolas em que o projeto já havia sido implantado desde 2010, percebia-se uma certa fragilidade em muitas ações e execução da maioria dos instrumentais e muitas resistẽncia por conta da não compreensão destes.
Assim, logo no início do ano letivo de 2011, sentiu-se a necessidade de programar formações para Diretores de Turma e Coordenadores Escolares que acompanham o projeto nas escolas. Todas as formações, (seis) foram planejadas em consonãncia com a Superintendência Escolar e Supervisora do NRDEA com total apoio do Coordenador da 3ª CREDE que, sempre que possível, esteve presente aos encontros, motivando e acolhendo os professores e coordenadores. Todas as formações previstas no PLANO DE AÇÃO DO CRPPDT foram realizadas, à exceção da formação prevista com os líderes de sala. A dinãmica das formações sempre contemplaram a presença dos coordenadores escolares. Houve apenas uma formação em que foram convocados somente os coordenadores escolares que acompanham os DTs.
Em 2010, as formações aconteceram com periodicidade mensal, pois o grupo de DT era formado por 55 professores. Com o aumento no número de Dts em 2011, houve dificuldade em reunir todo o grupo de 124 Professores Dts e os 16 coordenadores no auditório da 3ª CREDE. Diante disso, cada formação ocorreu obedecendo algumas especificidades. A periodicidade de realização dessas formações foi bimestral e em diferentes locais, dependo do objetivo de cada formação. Algumas formações aconteceram no auditório da 3ª CREDE com a presenças de Dts novatos e coordenadores; outras aconteceram nas escolas; e outras aconteceram reunindo escolas de um mesmo município.
A maioria das formações foram direcionadas para esclarecer dúvidas sobre os instrumentais e orientar a execução e acompanhamento aos Conselhos de Turma, além de promover reflexões sobre as ações do Dt e partilha de experiências exitosas e desafios.
Formação Para a Cidadania
A área curricular não disciplinar de “Formação Cidadã” é proposta para os Diretores de Turmas (DT) lecionarem na quinta hora e tem que constar devidamente em seu horário e simultaneamente no horário dos alunos.
Esta é de suma importância pelo fato de colocar os alunos em presença com o DT e assim existir um melhor conhecimento dos mesmos e consequentemente, um melhor relacionamento, aproximação e afetividade. Tem por filosofia de base o autoconhecimento, a auto-avaliação, enfim, o jovem é protagonista da sua própria experiência, julgando-a e avaliando-a à luz dos verdadeiros valores.
Esta área curricular tem por objetivos e orientações o desenvolvimento humano, a participação democrática, a coesão social. À luz dos princípios e valores orientadores, a Formação Cidadã, afeta transversalmente todo o processo educativo. As suas competências refletem necessidades sentidas por todos os atores envolvidos na formação do aluno.
A sua operacionalidade ocorrerá de forma diversificada, atendendo às idades, níveis de desenvolvimento, solicitações, interesses e preocupações dos alunos ou turmas.
Esta área curricular não – disciplinar não tem um programa definido. Ele se define pela ajuda aos alunos e resolução de problemas após o diagnóstico ou a caracterização feita à turma.
O Conselho de Turma, por seu lado, poderá privilegiar aspectos que considere prioritários para o grupo de alunos em questão e propor o seu aprofundamento.
Desta feita, abaixo se encontram várias sugestões de como processar essas aulas. Embora seja um contributo despretensioso, elas têm como principal intenção um ponto de partida para um trabalho de reflexão, enriquecimento e adequação à realidade dos alunos que os DT têm em sala de aula. Os problemas surgidos no cotidiano da turma, da escola, ou até da comunidade, podem ser um bom ponto de partida. Podem trabalhar-se textos e excertos de revistas ou livros, notícias, filmes adequados, bem como jogos expressivos para explorar competências onde se integram as atitudes e os valores, e dada um conjunto de temas que poderiam servir de base a essas questões. Há vários
livros que contêm estas problemáticas.
Recomendamos um livro interessante, com temas diversificados e respectiva concretização através de várias atividades propostas:
“Aprender a ser e a conviver” da fundação OBEDRECHT e da Editora FTD.
Escola-família (Atas/pautas)
- Planejamento da Reunião com os Representes dos Pais
1. Explicar aos Pais / Responsáveis a finalidade da reunião;
2. Rever registro escolar dos alunos;
3. Informações específicas da situação atual dos alunos;
4. Apresentar de forma sistematizada a informação;
5. Lista de perguntas para fazer aos pais;
6. Proporcionar um ambiente confortável, informal livre de interrupções;
7. Atmosfera amigável e informal;
8.Atitude positiva, sincera e de disponibilidade;
9. Linguagem clara, simples e acessível;
10. Não denunciar confidências;
11. Troca de impressões com os pais.
- TROCA DE INFORMAÇÕES NO DECURSO DA REUNIÃO
1.Aspectos positivos dos alunos;
2. Aspectos e as áreas a melhorar;
3. Participação ativa dos pais na reunião;
4. Prudência;
5. Participação no planejamento das formas de atuação com alunos;
6. Rever assuntos tratados na reunião;
7. Conclusões positivas da reunião;
8.Reunião individual com os pais dos alunos problemáticos.
- ATITUDES NEGATIVAS (A EVITAR)
1.. Falar sobre outros alunos;
2. Estabelecer comparações;
3. Falar de outros professores;
4. Fazer comentários depreciativos;
5. Privar os pais do uso da palavra ou interromper.
VER: Chamada Pública
Acompanhamento DOSSIÊ
Nas visitas realizadas nas escolas, a coordenação regional fará análise dos dossiês de cada Diretor de Turma, utilizando instrumental específico.
Os coordenadores escolares poderão utilizar esse instrumental para acompanhamento interno do trabalho do Professor Diretor de Turma.
Segue o link do instrumental. Cada escola pode baixar o instrumental, fazer as modificações/adequações e imprimir para acompanhamento. Depois, deverá postar o link neste espaço.
Controle de preenchimento de instrumentais do dossiê

